terça-feira, 10 de agosto de 2010


Num programa de TV cheio de gostosas, só sendo um baita avião mesmo para se destacar. Mas Bárbara Rossi consegue. A loira de 20 anos tem um corpão perfeito, esculpido no passado com suadas quatro horas de malhação diárias. Babi, que já passou por programas como Brothers e O Melhor do Brasil, enfeita agora, em sumários biquininhos, o Pânico na TV, na RedeTV!, que vem batendo recordes históricos de audiência e até superando a Globo. Foi-se o tempo em que as noites de domingo davam medo na gente...

Conheci Bárbara Rossi, 20 anos, quando fui ao MOB, o cruzeiro da balada, no fim de janeiro. Estava fazendo uma matéria para a VIP e pedi para alguns rapazes a bordo me ajudarem a encontrar as meninas mais bonitas de lá. Tarefa difícil, porque havia mais de 1000 mulheres no navio. Quer dizer, difícil para mim, porque vários deles não tiveram dúvida: apontaram uma loira com um baita corpão que dançava sem parar perto da piscina. "Além de linda ela é muito gente boa. E fala para caramba”, disse um. Bárbara era então assistente de palco do programa O Melhor do Brasil, da Record. Três meses depois do nosso encontro, Babi, após um assédio que vinha desde o ano passado, aceitou o convite do diretor Alan Rapp para ser a nova Panicat. “Sou louco para trazer ela para o Pânico desde a época em que fazia Brothers”, diz. “A Babi tem muito nosso perfil. Os garotos vão ficar loucos por ela.” Dito e feito. Em pouco mais de um mês, ela já faz sucesso nas ruas. “O mais legal é que eles colocam omicrofone na nossa mão e nos deixam falar”, diz. Coisa que Babi adora – como vocês podem ver nesta entrevista.



Quando eu te conheci, no MOB, você estava bem desiludida com os homens, né?
É, eu tinha brigado com meu namorado e fui para curtir com as amigas. Estava triste e não queria nem saber de homem. Falei para você que homem era tudo igual [risos]. E a galera lá é pegação. Eu não sou muito disso, sou mais romantiquinha, apaixonadinha. Acho meio sem graça essa coisa de ir lá, pegar o cara e pronto. Eu nem sou muito de balada.

Duvido. Vi você dançando tanto...
Eu até saio, mas não tenho aquela coisa de precisar sair todo dia. Vou só quando quero encontrar as amigas.

E seu estado de espírito em relação aos homens, mudou?
Eles dizem que a gente é difícil, mas eles são muito mais complicados. Mulher é romântica, sentimental, e homem não entende isso. Mas hoje estou bem com meu namorado, ele é um cara bacana, me apoia em tudo..

Ele não morre de ciúme de ver você de biquíni na TV?
Não, ele tem um ciúme normal. Eu não deixo o homem entrar na minha vida profissional. Tem um limite.

E quando você disse que ia fazer fotos para a VIP?
Ele adorou. Não só ele, como meu pai e minha mãe também. Eles me dão a maior força, acham meu trabalho legal. Era meu sonho. Toda menina tem um, né? Quando eu era mais nova, icava na frente do espelho dançando igual a uma doida. E ficava me arrumando, mexendo no cabelo, tirando a sobrancelha. Era hipermegavaidosa. Mas aí perdi a ilusão de ser artista e fui trabalhar em uma academia, como recepcionista. Pensei até em fazer educação física. Mas todo mundo me via e falava: "Você é tão bonita, vai ser modelo". Comecei então a fazer eventos. Procurava as seleções de televisão e acabei trabalhando com alguns artistas, como Sergio Mallandro, Rosa e Rosinha, Eliana. Até que fui fazer o Brothers também.

Depois vieram O Melhor do Brasil e o Pânico na TV. Como está sendo sua experiência lá?
Quando estava no Melhor do Brasil, comecei a fazer curso de teatro, no Célia Helena, porque meu foco é ser atriz, acho uma profissão muito interessante. Adorei trabalhar lá, foi uma experiência ótima para mim. Mas o Pânico dá mais visibilidade para as meninas. Eles dão oportunidade para a gente falar, aprender, a gente não fica só parada na frente da câmera.

E os caras são malucos?
Para falar a verdade, eles são uns amores. Todos são muito gente boa mesmo. Ajudam para caramba, dão o maior incentivo, são calmos, tranquilos. Às vezes o diretor me liga para me dar uns toques: “Se solta, seja você. Vai em frente, não fica preocupada”. Porque eu ficava, né? Nunca tinha feito nada disso, tinha medo de falar merda. E eles são daquele jeito que a gente vê na TV.

Quem é o mais engraçado?
Nossa, você me pegou, porque eu dou tanta risada com todos eles! Mas, se eu tiver que apontar um, que não para nunca de fazer palhaçada, é o Christian Pior [Evandro Santo]. É uma comédia.

E quem é o mais mala?
Daqueles ali, olha... Acho que é o dom deles mesmo fazer o que fazem, porque nenhum é assim.

E as meninas?
Me dou bem para caramba com elas. Já conhecia a Ju [Juliana Salimeni], fazíamos eventos juntas. Todas elas estão me ajudando muito, dizem o que eu tenho que fazer, me guiam. E sou hipermega-ansiosa...

Você sabe contar piada?
Sou péssima em contar piada. Mas sou ótima em rir delas.

Qual foi a matéria mais bizarra que você fez?
Não dá para não rir nas matérias. Mas a coisa mais bizarra foi pegar uma rã com a boca. Peguei um sapo e um caranguejo também. Foi a matéria do meu batismo, quase morri de nojo. Quando me falaram no dia anterior que eu faria uma matéria de bicho, já gelei. Porque eu sei que no Pânico matéria de bicho não é com cachorrinho nem gatinho. É só coisa doida. E eu não conseguia pegar o negócio e passar para outas

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